sábado, 30 de janeiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Sobre construções
Don't you feel it too
Still I'm glad for what we had
And how I once loved you
But it's too late baby, now it's too late
Though we really did try to make it
Something inside has died and I can't hide
And I just can't fake it"
domingo, 3 de janeiro de 2010
Adios...
Acabei de dar um check-up geral na situação
O que me levou a reler "Alice no País das Maravilhas"...
Já chupei a "Laranja Mecânica" e lhe digo mais
Plantei a casca na minha cabeça
Acabei de tomar meu Diempax
Meu Valium 10 e outras Pílulas mais
Duas horas da manhã
Recebo nos peito
Um Triptanol 25
E vou dormir quase em paz
E a chuva promete
Não deixar vestígio...
E a chuva promete
Não deixar vestígio
E a chuva promete
Não deixar vestígio...
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Vou me afundar na lingerie
Me perder na relatividade das pequenas
Eu já nem sei seu telefone, baby
Não vou mais ter remédio para dor de cabeça, meu bem
Ainda bem que agora eu não tenho cabeça
Ame-me ou deixe-me em paz
Imagine só
Xuxu beleza
Tomate maravilha
É a última moda
Tô deslanchando, pé embaixo, baby
Chegou a hora do evasée, fairlane 500, baby
Eu vou mais é me afundar na lingerie
(Para mim, para mim)
Vou-me embora, vou para casa mais cedo
Hei, cuidado que cavalo não desce escada
Eu subo, desço
Paz e amor
Xuxu beleza
Tomate maravilha
É a última moda
A cidade e as serras me deslumbram, baby
Que horas são? Telefone pra você
(Para mim)
Quem já dançou sempre tem medo dos homens, baby
Eu vou mais é me afundar na lingerie
(Na maior, na maior)
Ainda bem que eu não tenho cabeça
Ame-me ou deixe-me em paz
Imagine só
Xuxu beleza
Tomate maravilha
É a última moda
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Soltas...
sábado, 17 de outubro de 2009
Com licença poética
Quando nasci um anjo esbelto,
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou tão feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
– dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.
desses que tocam trombeta, anunciou:
vai carregar bandeira.
Cargo muito pesado pra mulher,
esta espécie ainda envergonhada.
Aceito os subterfúgios que me cabem,
sem precisar mentir.
Não sou tão feia que não possa casar,
acho o Rio de Janeiro uma beleza e
ora sim, ora não, creio em parto sem dor.
Mas o que sinto escrevo. Cumpro a sina.
Inauguro linhagens, fundo reinos
– dor não é amargura.
Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô.
Vai ser coxo na vida é maldição pra homem.
Mulher é desdobrável. Eu sou.